Eu, Destruidora de Mundos
Um conjunto de pinturas concebido como uma mesma unidade narrativa: cenas domésticas, retratos e sinais gráficos atravessados por presságios de transformação.
CARGUEIRO–ARQUIVO / ARCHIVE FREIGHTER
Um inventário pictórico organizado em exposições, séries e universos narrativos.
Abrir arquivoNÚCLEOS DE CARGA / CARGO CLUSTERS
Um conjunto de pinturas concebido como uma mesma unidade narrativa: cenas domésticas, retratos e sinais gráficos atravessados por presságios de transformação.
Uma investigação sobre as origens de um Brasil construído nos alicerces do pacto e do saque. A partir das quatro formas de culpa formuladas por Karl Jaspers — criminal, política, moral e metafísica —, as pinturas interrogam a culpa no território chamado Brasil.
A ameaça deixa de aparecer na tela, mas permanece percebida pelas mães, filhas e meninas. Construída de modo lírico e poético, a série articula memória, registro, rastros, cotidiano e apagamento, apontando para uma escatologia ecológica da América Latina.
Exposição individual formada por pinturas que operam como capítulos de uma mesma fabulação. Lobos, quimeras, cartas e vinganças ancestrais constroem um vocabulário sobre desejo, reparação e metamorfose.
Núcleo de pinturas anteriores reunidas pelo trânsito comum entre interiores domésticos, fotografias de família, seres fantásticos, cultura de massa e brincadeiras infantis. A expressão vem do texto de apresentação do portfólio e funciona aqui como arquivo de uma pesquisa em formação.
Um projeto sobre a formação histórica do Brasil na micropolítica do fabulário familiar. Gravura, pintura, tecido, objetos, brinquedos e fotografias explicitam os meios de produção da imagem e abrem espaço para associações vindas da memória e do inconsciente.
REGISTRO DE TRIPULAÇÃO / CREW RECORD
Diogo Santos desenvolve uma produção pictórica atravessada por memória, cotidiano, fabulação e instabilidade da imagem. Vestígios e símbolos que transitam em sonhos, jogos, brincadeiras infantis e quimeras formam labirintos narrativos nos quais texto e imagem permanecem em tensão. Atua também como curador. É doutor em Poética, mestre em Literatura Comparada e graduado em Letras pela UERJ, onde leciona.
ROTA / TRAJECTORY
Seleção: Nenhuma nudez será castigada (O Lugar, 2024); Apocalipse (Paradoxo, 2024); Cildo Meireles: O Camelô (curadoria, Galeria Gustavo Schnoor/UERJ, 2023–2024); Ele é dois (O Lugar, 2023); XXIII Carta (individual, Galeria Samba, 2022); 13º Salão dos Artistas Sem Galeria (Zipper e Lona, 2022); Gravura: Novos Rumos (Sesc RJ, 2020); Memórias Transeuntes (Sesc Alagoas, 2019); Cidades Invisíveis (Casa França-Brasil, 2018); Até a última sílaba do tempo (individual, Fundação de Artes de Niterói, 2016).
TRANSMISSÃO / TRANSMISSION
Para exposições, projetos, aquisições e colaborações.